

A solidão no bar
Um burburinho em vozes conversando
em sons de confundir nossa conversa, e eu lembro que chamei de feira persa em outra ocasião, já não sei quando. E a feira continua, um bate-papo... Eu resolvi puxar uma caneta e comecei, assim, só de veneta, a rabiscar papel de guardanapo enquanto o bate-papo continua. Eu paro, escuto, escrevo mais um pouco, a solidão no bar me deixa louco, ao ver que outro soneto se insinua. E puxo uma conversa, de repente. Eu gosto mesmo é de ver muita gente.
Paulo Camelo
Enviado por Paulo Camelo em 07/05/2026
Alterado em 16/05/2026 Comentários
|