

Soneto 28 de William Shakespeare
Autor: William Shakespeare
Tradução: Paulo Camelo Não sei como voltar a ser felliz se me é negado um pouco de descanso. À noite não repouso do que eu fiz e o dia-noite-dia oprime o avanço. Os que me cercam primam por tortura, apertam suas mãos a me oprimir, pelo trabalho ou por uma aventura, e eu, tão distante, a ti não vou seguir? Eu digo ao dia que tu és brilhante e ao céu dás graça, se ele está nublado. Adulo a noite escura, qual galante, enquanto estrelas fogem do bordado. O dia a dia aumenta essa tristeza enquanto a noite deixa a dor mais presa.
Paulo Camelo e William Shakespeare
Enviado por Paulo Camelo em 29/05/2026
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