

Soneto 32 de William Shakespeare
Autor: William Shakespeare Tradução: Paulo Camelo Se tu viveres depois de eu morrer, e não restar de mim senão o pó, e se voltares novamente a ler os pobres versos que escrevi, vê só como compara os outros que virão e os meus, já superados; vê o amor apenas, não as rimas, que essas são já superadas em grandeza e dor. Concede-me, portanto, o pensamento, o amor maduro, a musa, vê o amigo, e vê que te traz outro nascimento, o precioso bem que está contigo. Entanto, após a morte, esse valor dos versos, pelo estilo, mostra o amor.
Paulo Camelo e William Shakespeare
Enviado por Paulo Camelo em 06/06/2026
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