

Soneto 40 de William Shakespeare
Autor: William Shakespeare
Tradução: Paulo Camelo Ó meu amor, que meus amores toma, o que tu tinhas antes e tens mais? Nenhum amor que é verdadeiro soma ao que antes era tudo, enfim, jamais. Se por amor recebes meu amor, não posso o uso te culpar, não posso. Ainda assim serás culpada por aquilo que rejeitas, que é tão nosso. Eu te perdoo o roubo, gentil ladra, embora roubes tudo, e eu sou pobre. Ainda assim, a dor do amor me ladra a injúria, o ódio a esse amor tão nobre. Ó graça, em quem o mal se bem revela, ó, mata-me em rancores, vem, me vela!
Paulo Camelo e William Shakespeare
Enviado por Paulo Camelo em 11/06/2026
Comentários
|