

Aquela lua
Aquela lua luzia, linda,
ali, alheia e familiar, (*) a Lua Cheia, a me incentivar fazer soneto, na noite, ainda, a louvar tudo, à luz do luar, e ir além, madrugada finda, ao seu ocaso, esperando a vinda, o claro Sol, no seu despertar. E eu, seresteiro, viola à frente, hauri a luz da luzente lua e cantei firme, e cantei bonito, à madrugada, já clara e quente, e à minha amada, formosa e nua, um belo canto, amor infinito. *) Primeiros 2 versos retirados do livro “A Arca”, de Lourival Holanda, Capítulo 12.
Paulo Camelo
Enviado por Paulo Camelo em 18/06/2026
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